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Superego querido.
Você que fica aí entocado em algum lugar escondido da minha própria cabeça, se insinuando vez em quando (ou vez em sempre), me censurando e deixando muito claro o que eu não devo fazer em hipótese nenhuma, sob pena de sanções terríveis, prepare-se.
Não é uma ameaça, meu pequeno déspota interno, o que vou te fazer. É antes um aviso justo de uma pessoa que, por um tempo enorme só lhe deu ouvidos: ponha as barbas de molho, superego, que meu Id anda querendo passear. Sim, essa parte inconsequente, que você deu um jeito de trancafear, de alguma forma andou descobrindo um jeitinho de pôr o nariz de fora. E aí, meu amigo, você já sabe, a confusão está armada!
Vez e outra, quando você está desavisado, ele vem na pontinha dos pés e me sugere que pire, faça algo errado, só pra variar. Vou te contar uma coisa e você acredite: meu id tem uma voz macia, leve e convincente. Ele é muito mais gentil que você, com essa sua cara sisuda. E mais: ele é engraçado! Quando ele se vai, deixando um monte de caraminholas espalhadas pelo caminho, me ponho a rir sozinha. Ele é tão divertido!
Bem. Aí você aparece, trazendo logo uma vassoura, pá e material de limpeza, junta todas as possibilidades que, tão caprichosamente o meu id espalhou, me olha com uma cara de reprovação e me põe de castigo. E o pior de tudo: eu vou! Bufando de raiva, mas vou.
Sei que nesse exato momento você deve estar aí esfregando as suas mãos, sentado em uma poltrona de espaldar alto e rindo da minha cara.
E é exatamente por isso que vou te avisar mais uma vez: amarre as calças, superego querido, que meu id anda passeando por aí. E mais: existe uma chance que eu o deixe livre de vez em quando!
Beijinhos
Fê.
Plágio é crime e deve ser encarado como tal. A divulgação dos escritos é uma honra, mas os créditos são compulsórios.
Um espaço para dividir minhas crônicas, outros textos e percepções malucas.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Rala, superego, que meu id vai passear!
Superego querido.
Você que fica aí entocado em algum lugar escondido da minha própria cabeça, se insinuando vez em quando (ou vez em sempre), me censurando e deixando muito claro o que eu não devo fazer em hipótese nenhuma, sob pena de sanções terríveis, prepare-se.
Não é uma ameaça, meu pequeno déspota interno, o que vou te fazer. É antes um aviso justo de uma pessoa que, por um tempo enorme só lhe deu ouvidos: ponha as barbas de molho, superego, que meu Id anda querendo passear. Sim, essa parte inconsequente, que você deu um jeito de trancafear, de alguma forma andou descobrindo um jeitinho de pôr o nariz de fora. E aí, meu amigo, você já sabe, a confusão está armada!
Vez e outra, quando você está desavisado, ele vem na pontinha dos pés e me sugere que pire, faça algo errado, só pra variar. Vou te contar uma coisa e você acredite: meu id tem uma voz macia, leve e convincente. Ele é muito mais gentil que você, com essa sua cara sisuda. E mais: ele é engraçado! Quando ele se vai, deixando um monte de caraminholas espalhadas pelo caminho, me ponho a rir sozinha. Ele é tão divertido!
Bem. Aí você aparece, trazendo logo uma vassoura, pá e material de limpeza, junta todas as possibilidades que, tão caprichosamente o meu id espalhou, me olha com uma cara de reprovação e me põe de castigo. E o pior de tudo: eu vou! Bufando de raiva, mas vou.
Sei que nesse exato momento você deve estar aí esfregando as suas mãos, sentado em uma poltrona de espaldar alto e rindo da minha cara.
E é exatamente por isso que vou te avisar mais uma vez: amarre as calças, superego querido, que meu id anda passeando por aí. E mais: existe uma chance que eu o deixe livre de vez em quando!
Beijinhos
Fê.
Quem sou eu
A autora por ela mesma
- Fernanda Coelho
- Uma pessoa muito bem humorada, otimista incorrigível, tentando se encontrar nesse mundo maluco.
Boas vindas.
Seja bem vindo você que vem curioso, que vem interessado ou mesmo desacreditado.
Seja bem vindo você que me lê e descobre-me aos parágrafos.
Aproveita as palavras que encontrar por aqui e fica à vontade: a casa é sua. Só não põe o pé na mesa.
Sejam todos bem vindos.
Beijinhos
Fê
Seja bem vindo você que me lê e descobre-me aos parágrafos.
Aproveita as palavras que encontrar por aqui e fica à vontade: a casa é sua. Só não põe o pé na mesa.
Sejam todos bem vindos.
Beijinhos
Fê
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Eu apoio
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10 comentários:
Gosto muuito dos seus texto e venho notando uma transformação muito grande no seu comportamento,cada um sabe o que faz da vida, só tome cuidado pra não se arrepender...
Bjinhos GISELLE
Oi Giselle.
Seja muito bem vinda. Que alegria saber que acompanha minhas maluquices. rsrs.
Realmente meu comportamento, e consequentemente meus textos, andaram mudando mesmo. Isso se deve ao fato de muita coisa ter mudado na minha vida. Resumindo, ela virou do avesso. Ainda estou tentando me encontrar nisso tudo, sabe.
Com relação aos arrependimentos, meu superego ainda mantém uma guarda terrível, de maneira que o máximo que ando tendo pra me arrepender ultimamente é de não lavar a louça no mesmo dia. hahahah
Um abraço pra você.
Volte sempre.
Beijinhos
Fê
Ulha! Menina perigo! hahaha Sei que ela ainda encontra um ponto de equilíbrio. Momento Nostradamus: Esse momento vai chegar logo!
Deus te ouça, Leandro. Tomara que não demore, viu. Saudades.
Olá Fernanda!
Esse título ficou ecoando em minha mente!
Pelo visto não são só os nossos vícios que são parecidos... Meu id é bem mais interessante que o meu superego! Por isto, é quase irresistível que seja liberado de vez em quando...
Gostei muito de seus escritos!
Só o título já me encantou.
Dor e delícia de ser o que é.
=*
Ah...amiga querida, esta luta é conhecida, é a nossa desgraça! Um quer transgredir, o outro é a nossa censura. E durma com esse barulho! rsrs E assim nós vamos vivendo de amor, cantarolando, levando...
Grande beijo
Tais Luso
Um texto maravilhoso...!!! Beijos...
Adorei Fê!!!! T^loca pra liberar o meu id e também mandar esse superego ir as favas!!!!!
Adoro ler vc!!!!
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